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Bateria do Mercedes GLC não congela

A Mercedes prossegue os testes com diversos modelos em condições extremas e temperaturas inferiores a 25 graus negativos no Círulo Polar Ártico. Muito se tem falado e escrito sobre a durabilidade e comportamento das baterias dos automóveis elétricos, assim como a influência que as temperaturas – muito altas no verão e baixas no inverno – têm na autonomia dos diferentes modelos.

O fabricante alemão opera um centro de testes em Arjeplog, perto do Círculo Polar Ártico, na Suécia. Além dos testes de estrada no extremo norte, o centro possui pistas de teste que incluem subidas desafiadoras com inclinações de até 20 por cento, pistas com coeficientes de fricção variados, cursos de direção e pistas circulares em zonas de lagos congelados onde são testados os diferentes sistemas do automóvel. Habitualmente são realizados mais de 500 testes individuais para cada novo modelo Mercedes, na fase de desenvolvimento e antes/durante a produção em série.

No caso dos veículos elétricos são realizados mais de cem testes específicos de tração, adicionados aos procedimentos padrão, desenvolvidos especificamente para as novas tecnologias de tração. Cerca de dois terços deles dizem respeito especificamente ao eDrive e ao carregamento.

Novos desafios para um veículo elétrico que incluem a potência de saída do motor elétrico durante um arranque a frio com uma bateria arrefecida, autonomia em condições de condução “normais” – simulando o dia-a-dia, utilização de cabos de carregamento, pré-condicionamento e a estratégia operacional, incluindo recuperação. Além disso, são testados afinações específicas de condução e o sistema ESP. Para testar vários requisitos dos clientes e perfis de carregamento, o centro de testes de Arjeplog oferece toda a gama de opções de carregamento: desde tomadas domésticas simples até wall boxes e estações de carregamento rápido.

No novo GLC 100% elétrico, a unidade de tração elétrica no eixo traseiro está equipada com inversores de carbeto de silício de última geração. Além da tração integral, este sistema de travagem combina os componentes anteriormente separados do reforço de travagem, cilindro mestre e controlo ESP num módulo compacto, proporcionando um melhor comportamento dinâmico. O sistema otimiza, ainda, a recuperação da energia de travagem, aumentando a autonomia do veículo. O conceito garante que o condutor experimente consistentemente uma sensação de pedal de travão, independentemente de a travagem ser realizada através de recuperação ou por fricção.

A validação sistemática do veículo como um todo é uma medida abrangente no processo de
desenvolvimento de cada modelo da Mercedes. Além dos testes de inverno, também são realizados testes de verão com luz solar intensa e temperaturas de até 50 graus Celsius, por exemplo, no Arizona e na África do Sul.

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