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#LoveYourDrive by Aiways 

#LoveYourDrive oferece um conjunto de recomendações de viagem, com foco na redução de stress, no respeito pela natureza e na descoberta de novos lugares.

O primeiro percurso é um itinerário de Lisboa ao Porto, com paragens em locais pitorescos ou que se destacam pelo seu interesse cultural ou gastronómico, seguindo-se outros destinos europeus. No caso de Portugal, o percurso recomendado pela Aiways estende-se ao longo de cerca de 400 km.

Início da viagem: Lisboa

Da capital, seguimos diretamente para ocidente, até ao mar. Aí, encontramos
Cascais, uma encantadora vila piscatória que se tornou uma estância balnear
famosa. Descontraia-se na praia e desfrute de um bom café num dos inúmeros
bares à beira-mar: sobretudo ao nascer do sol, a vista sobre a costa atlântica
acidentada oferece paisagens de cortar a respiração.

Continue até à pitoresca vila de Sintra, conhecida pelos seus magníficos castelos e
jardins. Aqui, não deixe de visitar o Palácio da Pena, o Palácio de Monserrate e o
Palácio Nacional de Sintra. Após o passeio turístico, recomendamos uma visita ao restaurante “Tascantiga“, onde poderá saborear pratos tradicionais portugueses,
como o “arroz de pato“.

O prato é constituído principalmente por arroz cozido num rico caldo de carne de pato, previamente marinado, incluindo cebola, alho e várias especiarias. Por cima do arroz já misturado com o pato desfiado são colocadas rodelas de chouriço (enchido de colorau português) ou de bacon, para proporcionar outros sabores e texturas. No final vai ao forno, para se obter uma crosta estaladiça. O "arroz de pato" é frequentemente servido em reuniões familiares e ocasiões especiais. A combinação de carne de pato tenra, arroz aromático e a mistura substancial de especiarias fazem desta iguaria uma verdadeira festa de sabores e uma parte importante da cozinha portuguesa.

O prato é constituído principalmente por arroz cozido num rico caldo de carne de pato, previamente marinado, incluindo cebola, alho e várias especiarias. Por cima do arroz já misturado com o pato desfiado são colocadas rodelas de chouriço (enchido de colorau português) ou de bacon, para proporcionar outros sabores e texturas. No final vai ao forno, para se obter uma crosta estaladiça.

O “arroz de pato” é frequentemente servido em reuniões familiares e ocasiões especiais. A combinação de carne de pato tenra, arroz aromático e a mistura substancial de especiarias fazem desta iguaria uma verdadeira festa de sabores e uma parte importante da cozinha portuguesa.

Por que motivo o “arroz de pato” é obrigatório para Alexander Klose em todas
as visitas a Portugal?

“O arroz de pato é um prato tradicional português que teve origem na região do
Minho, no noroeste do país. A origem deste prato remonta ao século XV, quando a
cozinha portuguesa era muito influenciada pelas viagens de descoberta e comércio
com outras culturas. Durante esta época, o arroz e as especiarias exóticas, como a
pimenta, o cravo e a canela foram introduzidos em Portugal. Isso teve uma grande
influência no desenvolvimento da cozinha portuguesa”, explica Alexander Klose,
vice-presidente executivo de Operações Internacionais da Aiways
. “Sou fascinado
por este prato, principalmente porque combinaram novos sabores com outros já
conhecidos para criar algo completamente novo. Esta abertura de mentalidade e o
desejo de experimentar coisas novas, esse espírito pioneiro, é algo que
pessoalmente aprecio, porque expande sempre os nossos horizontes”.

Em seguida, o passeio irá levá-lo a Óbidos, uma fascinante vila medieval. Aqui,
pode passear pelas ruas empedradas e visitar os edifícios históricos, o castelo e a
igreja de Santa Maria. Os seus acompanhantes devem certamente experimentar a
“ginjinha”: Óbidos é famosa por este licor de ginja muito especial.
Um lugar especial para os entusiastas do desporto é a Nazaré, uma pequena vila
piscatória que se tornou recentemente um hotspot de surf mundialmente famoso,
fruto das suas ondas na Praia do Norte.

Fotos: Direitos Reservados

O que torna a Nazaré tão atraente para os surfistas?

A atração está nas ondas gigantescas, que estão entre as mais altas do mundo.
São criadas devido a um canhão subaquático único, o chamado “Canhão da
Nazaré”, que se estende ao largo da costa e atinge profundidades de até 5000
metros”, explica Joana Andrade, embaixadora da marca Aiways e a única surfista portuguesa de ondas grandes na Nazaré. “A sua topografia tem uma influência
decisiva na criação das ondas enormes. Serve como uma espécie de guia das
ondas atlânticas, concentrando a energia destas e direcionando-as para a costa.

Quando as ondas atingem a zona mais plana da costa, a sua altura aumenta
rapidamente, o que gera as famosas ondas gigantes da Nazaré. Estas podem
atingir alturas de até 30 metros, proporcionando aos surfistas um desafio incrível”.

Para os espetadores, o Farol da Nazaré oferece uma posição estratégica
privilegiada para observar os surfistas em ação. Nesta altura do ano, é também
frequente a realização de competições internacionais de surf, garantindo ainda mais
emoção e cenas espetaculares.

Se aprecia um pouco mais de tranquilidade, deve prosseguir até Aveiro. A
recomendação gastronómica aqui é o doce “ovos moles”, para o lanche da tarde. O
café “Pastelaria Rossio” é um bom lugar para saborear esta especialidade.

Foto: D.R

Destino final da viagem: Porto

No final da viagem de automóvel, chegará ao Porto, uma cidade encantadora
banhada pelo rio Douro, famosa pelas suas adegas de Vinho do Porto e arquitetura
barroca. Percorra a pé a histórica cidade velha e deixe-se levar. Uma
recomendação é o restaurante “Casa Guedes“, conhecido pela sua deliciosa
“francesinha”.

A francesinha é uma sanduíche tradicional portuguesa, cuja origem se encontra na
cidade do Porto. O prato remonta à década de 1960 e é atribuído a Daniel da Silva, proprietário de um restaurante. Inspirado nas sanduíches croque-monsieur
francesas, quis criar uma versão portuguesa que agradasse ao palato dos seus
compatriotas. Assim nasceu a “francesinha”, que literalmente faz alusão a uma
“menina francesa”.

Foto: Direitos Reservados

A “francesinha” é constituída por várias camadas de diferentes carnes, como o
presunto, a linguiça e o bife grelhado. Essas camadas de carne são colocadas entre
duas fatias grossas de pão branco e generosamente cobertas com queijo derretido.
No entanto, o que torna a “francesinha” especial é o seu molho picante,
confecionado com tomate, cerveja, conhaque e várias especiarias. O molho é
derramado generosamente sobre a sanduíche, conferindo-lhe o seu sabor
característico. A “francesinha” é geralmente servida com batatas fritas e é frequentemente
oferecida como prato principal em restaurantes e cafés. A combinação de carne
substancial, queijo cremoso e molho picante torna este prato uma verdadeira
experiência gustativa e uma parte importante da cozinha portuguesa nortenha.

Fonte: AIWAYS

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